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Os PitBulls

Nos últimos dias tenho recebido inúmeras perguntas sobre o caso do Pitbull que atacou sua tutora, quais motivos levaram um cão criado como um bebê a praticar tal ato? Bem o que posso dizer sem saber sobre todos detalhes que envolvem esse fato, é que muitas vezes o que falta é tratar um cão com o devido respeito, muita gente não se preocupa com as necessidades da espécie, e quer tratar um cachorro como um pequeno ser humano, e ignorando seu comportamento natural e sua índole, não é difícil ver pessoas que defendem que somente com amor tudo pode ser resolvido, mas o processo de educação de um cão envolve muito mais que isso, e amor é somente uma parte desse processo. Cães não são brinquedos, substitutos de filhos ou pessoas, são ótimas companhia, mas temos que também atender as suas necessidades de cão, se um cão for bem educado e socializado no período correto, as chances disso acontecer são remotas, um ambiente poluído pode influenciar negativamente em um cão de boa índole, enquanto um tutor experiente e sensato pode transformar um cão potencialmente perigoso, na zona de alerta, em um excelente mascote. Sempre digo cães do tipo Bull não é para qualquer um, precisa de atividades tanto físicas quanto cognitivas, muita disciplina por serem cães fortes e muito determinados. Seguindo essas regras poderemos ver uma das mais perfeitas e adaptáveis raças,( na minha opinião), e se bem educado e socializado, ao invés de serem somente responsáveis por ataques que ceifam vidas, serão os protagonistas de imagens como essas do nosso Projeto Segunda Chance. 


 

 Todas as fotos são referentes a cães de terapia, que passam por várias pessoas para ajuda-las a melhorar suas condições de saúde.

Texto de Jorge Pereira, Adestrador em SP. 



A velhice de um cão



Seu cachorrinho lhe proporcionou muitas alegrias.
Cuide pra que ele tenha um final de vida feliz.
Sempre que for possível deixe sempre ele permanecer ao seu lado, pois este será, realmente, um dos poucos prazeres que lhe restarão na velhice.
A grande despedida esta próxima.
E ele por instinto sabe disso.
É natural que deseje a companhia daquele que aprendeu a amar e respeitar durante a sua vida.
Não o abandone agora.
Ele já não será aquele animal bonito de antes.
Seu pelo começará a cair, seu caminhar perdeu a elegância e sua cabeça penderá cansada sobre suas patas.
Somente o seu olhar acompanhará os passos do seu dono.
Lembre-se, que dentro do peito ele ainda posssui aquele coração que vibrará com o som da voz de seu mestre.
E chegando ao fim não se envergonhe, chore. Você acaba de perder o mais dedicado dos amigos..
o CÃO.

De: Projeto Anjos de Patas


Animais foram essenciais para evolução humana

por Redação Galileu

Os cachorros, gatos e outros animais domésticos tiveram um papel importante na evolução dos seres humanos, de acordo com uma teoria da paleoantropóloga Pat Shipman, da Penn State University. O hábito de acolher e usar os animais incentivou o desenvolvimento de algumas habilidades humanas, como a linguagem e a confecção de ferramentas. A principio, pareceria estranho adotar animais como cães e gatos, pois sustentá-los seria um gasto muito grande de recursos. Mas as pessoas convivem com os animais em qualquer cultura do mundo. A explicação de Shipman é que essa adoção seria vantajosa para nós e começou na época em que estávamos deixando uma dieta majoritariamente vegetariana para uma voltada ao consumo de carne. Segundo Shipman, essa foi uma mudança muito rápida e estranha para qualquer animal. “Foi um atalho no processo evolutivo, já que não temos os equipamentos para sermos carnívoros”, disse ao Discovery News. Isso aconteceu com o desenvolvimento de ferramentas de caça, que permitiram ao ser humano competir com os outros predadores. Tivemos que inventar equipamentos, aprender a caçar e matar, e acabamos levando alguns animais para caçar conosco, como os cães. Outros animais foram domesticados para nos servir leite, pele e carne. Cuidar desses animais requer muito conhecimento e um modo de transmiti-lo. As línguas tiveram que se desenvolver para superar esse desafio. Um dos sinais da importância dos animais para os primeiros seres humanos, segundo a pesquisadora, é o fato de eles estarem representados na maioria das pinturas rupestres. Shipman ainda diz que, enquanto nós alterávamos a genética de nossos animais intencionalmente, eles também nos transformaram. Nos cruzamentos que selecionávamos, acabamos escolhendo os animais mais dóceis e proveitosos para nós. Ao mesmo tempo, os cães acabaram selecionando os seres humanos mais generosos e que estavam dispostos a adotar um animal, e os ajudou a sobreviver, colaborando na caça e protegendo suas casas.

Dezembro/2010. 
Autor: Thiago Mendes - Schipperke.

Pit bull já foi conhecido como cão babá



Desconstruindo mitos malignos:
(Via Tudo sobre Cachorros)


Pit bull já foi conhecido como cão babá "Durante décadas o apelido do pit bull nos Estados Unidos foi “The Nanny Dog”, ou ‘cão Babá’. Por gerações, se você tinha filhos e queria mantê-los seguros então você iria querer um pit bull, o cão que era tido como o mais confiável de qualquer raça para conviver com crianças ou adultos. O cão “babá” é agora vilipendiado por uma mídia que sempre quer uma manchete sensacionalista. Antes dos pit bulls foram rottweilers, antes de rottweilers foram dobermans, e antes deles, pastores alemães. Cada raça ao seu tempo foi considerada demasiada cruel e imprevisível para estar próxima de pessoas. Cada vez as pessoas queriam leis para proibi-las. É incrivelmente irônico que se tornou agora o centro das atenções esta raça que já foi considerada ideal para cuidar de crianças. Chegam notícias de pit bulls espancados, toturados, queimados, abandonados e mortos todos os dias no Brasil. Lamentamos que uma raça seja massacrada dessa forma, onde o único responsável pelo comportamento agressivo é o que menos sofre com as consequências."





Fonte: OBA Floripa

Nota: Durante décadas pessoas sem condições psicológicas para terem um cão, transferiram a culpa de seus comportamentos desequilibrados para as raças de cães. Primeiro foi o Bulldog Inglês, depois o Doberman, Pastor Alemão, Rottweiler... Hoje, a bola da vez é o Pitbull. Em dez anos teremos uma outra raça sendo culpada pela falta de capacidade psicológica do homem.
Talvez, só talvez, se sempre, várias raças diferentes de cães têm sempre o mesmo "problema" com os seres humanos, não seria problema dos seres humanos??? Vamos pensar!!!!


Roberto Canti
Cinólogo/Etólogo.
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Inseparáveis

Lily é um Cão grande, cego, desde uma operação que exigiu que ela tivesse os olhos removidos.
Nos últimos 5 anos, Maddison, outro Great Dane, tem sido a sua visão.
Os dois são, naturalmente, inseparáveis.





Kitty, a gatinha mochileira na França!


"Um casal francês que está caminhando pelo mundo “foi adotado” por uma linda gatinha que ao que tudo indica compartilha com os novos donos o mesmo prazer pela aventura. Kitty foi encontrada no meio da estrada na Louisiana e nunca mais deixou Laetitia e Guillaume. Com 4 meses e meio, faz parte da família desde o primeiro mês de vida quando mal enxergava. Muito inteligente, fica na mochila sem coleira e salta de um saco para outro enquanto a dupla caminha. Ela nunca cai e quando se sente em perigo volta para um dos sacos. Muitas vezes caminha ao lado e imita o som de um corvo quando vê um! Kitty é vacinada e tem passaporte para voltar para França no final dessa grande aventura. Certamente é a primeira gatinha do mundo a caminhar 15.000 km!"




Kitty é talvez a gata mais aventureira do mundo. Ela é o animal de estimação de um casal francês de exploradores, Guillaume e Laetitia, que estão a viajar a pé de Miami, U.S.A. para Ushuaia, no sul da Argentina. Estão atualmente na Colômbia, rumo ao sul. A gata deles, Kitty, é muitas vezes vista em repouso na mochila transportada por Guillaume, enquanto vão na estrada. Até criaram um guarda-chuva, para dar sombra a Kitty. Kitty gosta da viagem, tanto como o casal. Ela muitas vezes sobe até ao ombro do dono para conseguir uma boa olhadela de cada novo cenário. 


















Garota britânica é avisada por seu cão quando sua taxa de açúcar se altera

Foto BBC

 A cadela Shirley é um dos dez cães treinados pela entidade beneficente Cancer & Bio-detection para alertar diabéticos quando sua condição se deteriora e mora há quatro meses com a pequena Rebecca Farrar, que tem diabetes tipo 1.
 "Ela salva a minha vida", diz Rebecca, que é a primeira criança a receber um cachorro para detectar sua doença. "Ela é minha melhor amiga." Shirley é capaz de sentir uma mudança de odor exalado pelo corpo de Rebecca quando sua taxa de açúcar cai ou sobe a níveis alarmantes.
O cheiro não é detectado por seres humanos e é um sinal emitido pelo corpo antes de outros mais aparentes, como palidez.
Ela então começa a lamber os braços e as pernas da menina para alertá-la. Desta forma, a menina ou sua mãe têm condições de tomar providências para evitar um colapso.

Alerta precioso

"Shirley percebe (a queda no nível de açúcar) bem rapidamente e começa a lamber as mãos e pernas de Rebecca até ela tomar uma Coca-cola ou ingerir açúcar, que elevam seus níveis de açúcar novamente. Quando a taxa está muito alta, Shirley também sente e dá o alerta", explica a mãe de Rebecca, Claire.
A mãe lembra de um episódio em que ninguém percebeu que a taxa de açúcar de Rebecca estava caindo até Shirley dar o precioso alerta.
"Nós não tínhamos ideia de que ela estava com a taxa de açúcar baixa. Ela estava dançando em um clube com seu irmão-gêmeo, Joseph, e quando os dois voltaram à mesa para tomar algo, Shirley começou a lamber as mãos de Rebecca. O kit de primeiros-socorros estava embaixo da mesa e Shirley foi até lá e pegou um exame de nível de açúcar", conta Claire.
"Ela deu o exame a Rebecca e começamos a desconfiar que tinha algo de errado. Fizemos o teste, e o nível estava bem baixo. Se eu não tivesse Shirley, Rebecca teria entrado em colapso. E quando isso ocorre, ela entra em um sono tão profundo que se tentamos colocar açúcar em sua boca, ela engasga."
A presença de Shirley na casa também tornou a vida de toda família mais fácil.
"Ela tinha um colapso a cada dois dias. Às vezes eu a socorria apenas pouco antes de ela entrar em um colapso muito sério, outras vezes eu tinha de chamar a ambulância", conta Claire. "Mas agora temos Shirley e ela detecta a queda no nível de açúcar antes de Rebecca perceber o problema."

Claire conta que também consegue ter noites de sono mais tranquilas, sem medo de a filha ter algum problema durante a noite, como ocorria antes de Shirley dormir ao lado da cama de Rebecca.
A entidade beneficente que deu Shirley à família treina cachorros para detectar todo tipo de doença, incluindo câncer.

"O que nós descobrimos nos últimos cinco anos é que cães são capazes de detectar doenças humanas pelo odor. Quando a nossa saúde altera, temos uma pequena alteração no odor do corpo. Para nós é uma mudança mínima, mas para o cachorro é fácil de notar", diz ClaireGuest, da organização Cancer & Bio-detection."